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Como eu disse em outro post, não há muita diferença entre o usuário que vê páginas do livro na internet ou que folheia na livraria. A pessoa estará tendo acesso às mesmas informações.
Caso essa indústria resolva seguir a mesma estratégia retrógrada que as gravadoras adotaram em relação à internet, podem acabar perdendo muito com isso e tendo que correr atrás na decisão mais tarde.
O Google scaneia o livro inteiro, só que o usuário não tem acesso a tudo.
Tipo, qualquer coisa que eu procurar e estiver escrita em alguma parte (qualquer parte) do livro X, ela será encontrada, ai eu poderei ler um trecho relacionado ao que eu procurei.
As editoras não gostam porque o Google tem tudo e não o usuário.
Mas se analisarmos por outro ponto de vista, o usuário também tem acesso a todo o conteúdo do livro na estante da livraria, enquanto folheia-o. Mas nem por isso o usuário deixa de comprar.
Esse preview rápido que o usuário tem do livro é muito importante para ele antes de comprá-lo, pois permite ao cliente analisar o conteúdo do mesmo. E é um recurso que dificilmente se tem ao comprar pela internet ou telefone.
Uma das maiores tendências modernas é a digitalização do mundo: toda e qualquer informação poder ser acessada de qualquer lugar. E os usuários tenderam por opções digitais de qualquer coisa, que lhes será na maior parte das vezes mais convinientes. Caso as editoras não acompanhem essa nova era, estarão fortemente condenadas a perder mercado para versões online publicadas por simples escritores. Os famosos PDFs.