Descoberta pelo hacker israelense Matan Gillon, a falha envolve um problema no método como o browser da Microsoft importa configurações CSS (cascading style sheets) do código de páginas da web.
“Essa falha estrutural permite que um atacante colete dados pessoais ou execute operações remotamente na máquina do usuário”, explicou o hacker. “Tudo o que um atacante precisa fazer é induzir um internauta a visitar uma página desenvolvida especificamente para este fim”.
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Você pode testar a falha na página do próprio descobridor da falha, aqui: http://www.hacker.co.il/security/ie/gdsexploit.html.
É importante lembrar que a falha ficou muito grave e chamou a atenção, pois pode dar acesso as informações coletadas pelo Google Desktop, mas em tese ela pode ser explorada para consequir roubar dados de qualquer site ou programa que use CSS, porém poucas dessas informações são vitais.
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O Internet Explorer realmente está com a imagem meio queimada, e até que lancem a próxima versão, é sempre bom buscar um navegador alternativo.