Google Print se expande na Europa
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Bruno Soares Paulistano, 22 anos, estudante de Engenharia da Computação pela FASP, é desenvolvedor Windows e Web há 5 anos. Gostava de escrever sobre tecnologia nas horas vagas, e criou o Undergoogle junto ao Fernando Kanarski para poder acompanhar de perto a, na sua opinião, empresa de tecnologia mais inovadora dos últimos anos.
Como eu disse em outro post, não há muita diferença entre o usuário que vê páginas do livro na internet ou que folheia na livraria. A pessoa estará tendo acesso às mesmas informações.
Caso essa indústria resolva seguir a mesma estratégia retrógrada que as gravadoras adotaram em relação à internet, podem acabar perdendo muito com isso e tendo que correr atrás na decisão mais tarde.
O Google scaneia o livro inteiro, só que o usuário não tem acesso a tudo.
Tipo, qualquer coisa que eu procurar e estiver escrita em alguma parte (qualquer parte) do livro X, ela será encontrada, ai eu poderei ler um trecho relacionado ao que eu procurei.
As editoras não gostam porque o Google tem tudo e não o usuário.
Mas se analisarmos por outro ponto de vista, o usuário também tem acesso a todo o conteúdo do livro na estante da livraria, enquanto folheia-o. Mas nem por isso o usuário deixa de comprar.
Esse preview rápido que o usuário tem do livro é muito importante para ele antes de comprá-lo, pois permite ao cliente analisar o conteúdo do mesmo. E é um recurso que dificilmente se tem ao comprar pela internet ou telefone.
Uma das maiores tendências modernas é a digitalização do mundo: toda e qualquer informação poder ser acessada de qualquer lugar. E os usuários tenderam por opções digitais de qualquer coisa, que lhes será na maior parte das vezes mais convinientes. Caso as editoras não acompanhem essa nova era, estarão fortemente condenadas a perder mercado para versões online publicadas por simples escritores. Os famosos PDFs.