Buscadores e seus experimentos

Conhece o SearchMash? Não? E do Start, já ouviu falar? A Sra. Dewey, nunca viu? Pois é, a maioria das pessoas também não.

Nos últimos anos, o mercado de buscas se tornou tão lucrativo que algumas empresas não se contentaram com apenas um portal. Gigantes como Microsoft e Google não possuem apenas um, mas vários buscadores. Tudo isso para avaliar o comportamento dos usuários em busca de formas mais eficientes de atendê-los. Assim, surgem na internet serviços muitas vezes estranhos ou até mesmo engraçados.

Ajudante e mecânica?

Ela também joga Poker!

O Ms. Dewey é um bom exemplo disso. Assim que a página carrega, o usuário se depara com uma bibliotecária virtual, aparentemente pronta para ajudá-lo no processo de pesquisa. A personagem, porém, é completamente maluca. 😛 Basta deixar o computador ocioso para que ela comece a gritar, ou até mesmo “bater na tela” para atrair atenção. Quem usaria um buscador assim?

Start.com

Já o start, também de propriedade da Microsoft, é mais interessante. Atua como um serviço de página personalizada do tipo Google Personalized Page ou Netvibes e funciona relativamente bem. O problema é a oferta de gadgets, que ainda é pequena.

O portal também conta com um serviço de busca próprio, que produz resultados diferentes daqueles exibidos no live search. O problema é o layout, que é ruim.

SearchMash

A resposta da Google a estes experimentos veio na forma do SearchMash, uma mistura de busca com página personalizada. Ao digitar um termo, o usuário dá de cara com resultados do próprio buscador e de outros sites como a Wikipédia. Diferentemente do que ocorre com o Start, o algoritmo aparenta ser o mesmo, isto é, o portal apresenta os mesmos resultados do Google “Oficial”.

O Snap inova na interface

No meio da briga de gigantes, empresas iniciantes como a Snap também buscam um lugar no mercado através de abordagens não convencionais semelhantes às empregadas pelos serviços citados. Assim, fazem uso intensivo de tecnologias emergentes como o AJAX para fornecer o máximo em interatividade.

No final, quem sai ganhando são os usuários, quem sempre acabam encontrando um produto a seu gosto.

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