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Mais um passo para o Flash

Enviado por em quarta-feira, 19 novembro 20088 Comentários

Uma das primeiras coisas que me disseram quando comecei a aprender SEO foi :”o Google não gosta de Flash”. Por mais que o buscador não tenha preconceitos, é fato que o robô realmente não pode ler esse tipo de arquivos e interpretá-los por completo. Ainda hoje, passados anos, são longas as discussões sobre um dos formatos preferidos dos designers e o pesadelo de profissionais de otimização. Até mesmo no último Google Search Marketing o tema esteve presente em muitas das perguntas dos participantes.

Uma solução simples, ainda que limitada, é fazer dois sites: um em flash para os usuários e uma versão “amigável” para o robô. Mas convenhamos que isso não é uma solução, é, no máximo, um improviso. E mesmo resolvendo o problema da indexação, fica a impossibilidade de obter dados de acessos completos.

Pelo menos este segundo inconveniente parece ter sido resolvido. Como prometido, o Google e a Adobe uniram forças e o resultado é o anúncio do Google Analytics Tracking for Adobe Flash, uma solução que possibilita receber dados de acessos de arquivos em flash. O código de rastreamento do Analytics foi traduzido para a linguagem ActionScript 3, o que permitirá todas as funcionalidades que já existem na versão original.

Os exemplos citados no vídeo postado pelo blog do Google Analytics (em inglês) explicam muito bem como funcionará a ferramenta:

Não é novidade que as duas empresas estão trabalhando em conjunto há alguns meses para trazer avanços na “leitura” de arquivos em flash, mas esta nova ferramenta é o primeiro resultado “paupável”. Mesmo com o anúncio de indexação feito em junho pelos engenheiros do Google, usar texto puro continua sendo a melhor estratégia para garantir um bom posicionamento do site em mecanismos de busca. Poder ver números reais de acessos a um arquivo em flash no Analytics vai não só ajudar a analisar dados de campanhas, mas também testar os avanços do Google quanto à tão discutida questão do flash.

Ainda é cedo para comemorar, mas já podemos ter esperança de que um dia o robô poderá interpretar qualquer tipo de arquivo da página. Afinal, dá um aperto no coração ter que dispensar peças excelentes (que talvez causariam muito mais impacto no internauta) por causa do posicionamento.

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Luciana Couto Mestranda em Jornalismo, analista de marketing digital, webwriter e geek nas horas vagas. Trabalha atualmente na Fivecom, empresa de soluções em Web 2.0 e mantém um blog pessoal.

8 Comentários »

  • Uma coisa é possibilitar o analytics interpretar interações dentro de um flash. Outra coisa completamente diferente, é o Google indexar o conteúdo dentro do “site em flash” e, muito diferente de tudo isso, é o conteúdo ser indexado com semântica, com relevância.

    Convenhamos, criar uma veriável que conta cliques em links de um site em flash não é grande coisa, já se podia ter idéia dos conteúdos mais acessados. Outras funcionalidades do Google Analytics, como saber de que cidade são os visitantes, têm a ver com a visita (então já tinha).

    Há quem diga que deixando o conteúdo no XML o Google indexa o Flash. Perai, indexa o flash ou o XML? Dã.

    Conclusão: Flash ainda está na ponta oposta a qualquer assunto envolvendo SEO.

    André Carneiro
    http://www.lenoxweb.com.br

  • Bia disse:
    Não concordo com um ponto desse artigo, existem mais problemas do que somente otimização, quando se fala em um site em flash. Os designers amam, mas eu sou completamente contra um site feito todo em flash, e a acessibilidade? Fora que eu acho leeeento demais, é bonito, mas é ordinario.
  • César disse:
    Mais um dado a esse fato:
    O Chrome, excelente navegador da google, tem performance superior na navegação/exibição de maior parte dos sites.
    A excessão? Sites onde há flash em abundância. Um exemplo é o buzzword(https://buzzword.acrobat.com)belo site “oficce” da Adobe mas cujo uso no Chrome é quase inviável.
    Bia? Tudo depende de como se usa o flash, não é mesmo? Tomemos o caso do buzzword… Gosto e uso por um motivo muito simples: torna o processo de redigir mais prazeroso do que o (também excelente) Google Docs.
  • Anderson disse:
    Há menos de um mês, num evento em Las Vegas, conversei com Matt Cutts a respeito disso. O que ele diz sobre Flash é o seguinte.

    O problema não é só SEO, mesmo o conteúdo sendo indexado os dispositivos móveis não funcionam com flash, e aqui nos EUA quase todo mundo tem um iphone, blackberry ou Google Android.

    Para quem pretende entrar na área móvel Flash ainda não é um possibilidade apesar das melhoras oferecidas.

    Ótimo post.

  • Lídio disse:
    Bia, negativo em relação a ser ordinário!! Um Flasher consegue fazer um site completamente acessível!! É só ele querer!!
  • Lídio disse:
    Todos os sites que eu indexei na primeira página são em flash! e graças a deus só tive sucesso!!
  • icommercepage disse:
    É isso mesmo, concordo com os dois comentários acima, os dois lados da moeda, ou do Flash :), com ressalvas. O flash demora, sim um pouquinho para carregar mas vale a pena, pode mostrar inclusive a qualidade do site que você está visitando, antes mesmo de conferir seu conteúdo.
    A melhor parte do flash é que, quando é um bom trabalho, não demora muito e é muito criativo, não ha limite para o flash, É o que eu pude conferir no trabalho do design de nosso site.
    A pior parte é que, quando mal feito, não só pode demorar, como pode nem carregar, dá se a impressão que estamos carregando um vírus junto ao site.
  • Indexar na primeira página buscando pelo nome da empresa que por coincidência era o mesmo do domínio, ou buscando por algo no conteúdo dentro do flash? Há léguas de diferença.