Mais um passo para o Flash

Uma das primeiras coisas que me disseram quando comecei a aprender SEO foi :”o Google não gosta de Flash”. Por mais que o buscador não tenha preconceitos, é fato que o robô realmente não pode ler esse tipo de arquivos e interpretá-los por completo. Ainda hoje, passados anos, são longas as discussões sobre um dos formatos preferidos dos designers e o pesadelo de profissionais de otimização. Até mesmo no último Google Search Marketing o tema esteve presente em muitas das perguntas dos participantes.

Uma solução simples, ainda que limitada, é fazer dois sites: um em flash para os usuários e uma versão “amigável” para o robô. Mas convenhamos que isso não é uma solução, é, no máximo, um improviso. E mesmo resolvendo o problema da indexação, fica a impossibilidade de obter dados de acessos completos.

Pelo menos este segundo inconveniente parece ter sido resolvido. Como prometido, o Google e a Adobe uniram forças e o resultado é o anúncio do Google Analytics Tracking for Adobe Flash, uma solução que possibilita receber dados de acessos de arquivos em flash. O código de rastreamento do Analytics foi traduzido para a linguagem ActionScript 3, o que permitirá todas as funcionalidades que já existem na versão original.

Os exemplos citados no vídeo postado pelo blog do Google Analytics (em inglês) explicam muito bem como funcionará a ferramenta:

Não é novidade que as duas empresas estão trabalhando em conjunto há alguns meses para trazer avanços na “leitura” de arquivos em flash, mas esta nova ferramenta é o primeiro resultado “paupável”. Mesmo com o anúncio de indexação feito em junho pelos engenheiros do Google, usar texto puro continua sendo a melhor estratégia para garantir um bom posicionamento do site em mecanismos de busca. Poder ver números reais de acessos a um arquivo em flash no Analytics vai não só ajudar a analisar dados de campanhas, mas também testar os avanços do Google quanto à tão discutida questão do flash.

Ainda é cedo para comemorar, mas já podemos ter esperança de que um dia o robô poderá interpretar qualquer tipo de arquivo da página. Afinal, dá um aperto no coração ter que dispensar peças excelentes (que talvez causariam muito mais impacto no internauta) por causa do posicionamento.

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Blogger – As Vantagens do Patinho Feio Mais Popular de Todos

O Blogger (ou Blogspot) é uma das plataformas de blog mais populares do mundo. No entanto, ele é o patinho feio dessas mesmas plataformas, por duas razões.

Primeiro, porque ele é o patinho feio dos serviços Google. A empresa não dá a ele a mesma atenção e investimento que dá a outros serviços, como Gmail, Adwords e Adsense. Não existe um grande cuidado com as funcionalidades e o funcionamento do serviço, nem com a utilização dele.

Como consequência disso, o Blogger se tornou um lugar onde os spammers e os plagiadores tem via livre para fazer o que bem entenderem. O que nos leva à segunda razão para que ele seja o patinho feio das plataformas de blogs: o Blogger é visto como um lugar onde somente existem blogs ilegais, spammers e coisas do gênero.

Além disso, o Blogger é desprezado porque não oferece as mesmas ferramentas e funcionalidades do WordPress.

Apesar disso tudo, ele continua sendo uma das plataformas mais populares. Porquê?

Porque o Blogger, se for bem usado, é um excelente lugar para quem está começando a blogar. Ele não oferece as mesmas possibilidades que o WordPress, mas tampouco a mesma complexidade; é bem mais simples criar, customizar e manter um blog no Blogger, do que fazer o mesmo usando WordPress.

E aqui devo fazer uma distinção: existem dois tipos de WordPress. Um, é o WordPress.com, que é uma plataforma de publicação semelhante ao Blogger; você se cadastra lá e cria seu blog em um endereço do tipo seublog.wordpress.com. O Blogger é melhor que esse tipo de WordPress, pois oferece muito mais opções de customização; desde layout até inserção de anúncios.

O outro tipo de WordPress é o “hosted”, que você instala no seu servidor. Este WordPress é o que oferece bem mais funcionalidades que o Blogger, mas também é bem mais complexo, tanto na instalação como na manutenção.

Algumas das Vantagens do Blogger

  • É grátis;
  • Você cria seu blog em 3 passos simples;
  • Não é necessário se preocupar com excesso de banda ou de uso de servidor;
  • A curva de aprendizado para utilizar o sistema é pequena;
  • Sistema de widgets, que permite administrar facilmente os elementos do blog (sidebar, cabeçalho, rodapé);
  • Ele permite que você receba por email todos os seus posts e comentários;
  • Ao contrário do WordPress.com, ele permite livre customização do layout e inserção de anúncios publicitários.

Novas Funcionalidades e Melhorias

Apesar de ainda não receber os mesmos cuidados que outros serviços Google, de uns tempos para cá o Blogger está sendo constantemente melhorado, com novas funcionalidades adicionadas. Algumas delas são:

  • Categorias (por incrível que pareça, elas apareceram recém em 2006);
  • Possibilidade de adicionar um domínio próprio;
  • A opção de baixar o blog em formato XML, o que facilita o backup e a migração do blog;
  • Comentários inline (na mesma página do post);
  • Anúncios Adsense dentro do post;
  • Integração com o Feedburner;
  • Integração com Google Docs e Google Gadgets;
  • Integração com o Picasa;
  • Possibilidade de agendar posts para publicação futura.

Essas não são listas exaustivas, existem muitas outras funcionalidades; mas seria impossível listá-las todas aqui. Além disso, há centenas de layouts diferentes disponíveis na web, para customizar facilmente o visual do seu blog.

O Que Ainda Falta

Uma das grandes ausências na lista de funcionalidades, são os trackbacks e pingbacks. Infelizmente, não há previsão de que eles sejam adicionados ao Blogger.

Também seria bacana contar com a facilidade dos plugins, mas devido ás limitações do sistema usado pelo Blogger (XHTML), não creio que veremos algo assim tão cedo.

No entanto, existem vários hacks que podem ser usados; e embora eles não sejam tão práticos e simples como os plugins, suprem várias carências nessa área. A comunidade de usuários e desenvolvedores do Blogger é bastante ativa (até mesmo mais ativa do que o próprio time do Blogger) e está constantemente criando e disponibilizando novos hacks, tutoriais e widgets.

Uma Visão Equilibrada

Muita gente acha que o Blogger é uma bela porcaria, uma terra de ninguém, uma ferramenta inútil. Outros gostam tanto dele que acham que ele é a melhor plataforma de blogs ever, que ele é perfeito e não fica a dever nada ao WordPress.

As duas coisas são exageros. O Blogger tem vantagens e desvantagens, fortalezas e fraquezas, qualidades e defeitos. Encarando a questão com realismo e equilíbrio, você verá que a utilidade dele depende de seus objetivos, de suas expectativas e de seu conhecimento.

E sem dúvida, para quem está começando, o Blogger é a melhor opção. Em qualquer dos casos, depende de você: basta saber usá-lo.

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Google é a nova Microsoft?

Sou um observador atento do mundo da tecnologia. Acompanho os passos de muitas empresas por longos anos. Uma delas é a Microsoft. A outra é a Google. Lembro-me que a empresa de Bill Gates foi processada pelo governo dos EUA por possíveis práticas anti-competitivas pois adicionava seu navegador, o Internet Explorer, nas cópias vendidas do Windows. O prejudicado da vez era a Netscape.

Várias outras histórias envolvendo a gigante de Redmond e sua ânsia para dominar um mercado podem ser enumeradas. Uma delas é, pelo menos no Brasil, o surgimento do mensageiro MSN que acabou com o então líder de mercado ICQ. Outra é a imposição de sua suíte Office que acabou por praticamente tirar do mercado o Wordperfect.

Em todos esses casos, a Microsoft, ao ver uma oportunidade de negócios, resolveu criar um produto concorrente. Com todo o dinheiro que tinha em caixa, conseguiu dominar vários mercados. De simples fabricante de um sistema operacional – o DOS – a Microsoft entrou em vários outros nichos e, com métodos muitas vezes duvidosos atropelou quem estava na frente.

Dito isso, chegamos à Google. Só nos últimos dias, várias coisas me fizeram pensar que talvez eles sejam a nova Microsoft. Lançaram o vídeo chat integrado ao Gtalk. Claro, uma evolução que faz sentido. Mas, não seria isso uma ameaça ao Skype? Além disso, para que o sistema de vídeo funcione dentro do browser, é necessário instalar um plugin com capacidade de exibição de conteúdo multimídia. Não seria isso uma ameaça ao Adobe Flash?

Vamos agora pensar no Google Docs. Ok, ameaça à Microsoft… Não… não… Olha que interessante. Na semana passada o Google Pack, aquele conjunto de softwares de terceiros que o mecanismo de busca recomenda você baixar e instalar teve um software retirado.  Adivinhem? Sun StarOffice, ou seja, concorrente do Docs… Com o lançamento do navegador Chrome recentemente, será que o Firefox será substituído no Google Pack?

Bom, essas são algumas das observações recentes do comportamento da gigante de buscas. De formas diversas da Microsoft, a Google vai mostrando suas garras. Ambas tentam ao seu modo dominar o mundo. Só espero que lá em Montain View continuem seguindo o velho mantra “Don’t be Evil”.

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As vantagens do Ad Manager

Muitos sites sofrem com a carência de um ad serving gratuito e optam por utilizar ferramentas como o OpenX, que cobre as necessidades porém carrega muito o servidor dependendo do volume de acessos do site e até é rejeitado por alguns anunciantes por não passarem a confiança de entrega dos anúncios.

No primeiro semestre o Google lançou o Ad Manager, uma ferramenta que permite gerenciar os espaços publicitários de um site, além de hospedar as peças e gerar relatórios, como já foi adiantado em um post anterior.

Entretanto a idéia desse post é compartilhar algumas experiências com o Ad Manager, no qual você tem total controle sobre os anúncios e que é possível criar os segmentos internos de seu inventário por meio de tags, como por exemplo, mostrar um anúncio apenas para usuários de 15 a 20 anos, ou utilizar os critérios padrões como região geográfica, tipo de conexão, navegador, entre outras opções.

Mostrando o lado positivo de centralizar tudo em uma ferramenta só, há a possibilidade de inserir anúncios calhau com a opção de ativar o AdSense. O que isso significa? Quando não der para mostrar um anúncio de um cliente, seja por não existir ou para balancear a meta dos clientes, o Ad Manager mostra automaticamente os anúncios configurados como calhau e se o Ad Sense estiver ativo, mostrará também os anúncios da rede de conteúdo do Google.

Tomem nota: o AdSense e o calhau concorrem entre si pela receita gerada por cada anúncio. Ou seja, mesmo que o anúncio não lhe gere nenhum retorno financeiro, você pode colocar um valor de CPC (custo por clique) ou CPM (custo por mil) para que as exibições fiquem balanceadas, caso contrário a probabilidade de aparecer Ad Sense é muito maior.

Outro detalhe bacana para quem já usa o AdSense, é que o Ad Manager permite que os anúncios sejam abertos em uma nova janela, com target _blank. Além de possibilitar a migração de configurações como a paleta de cores e critérios de sua conta já existente.

Seguindo o molde de muitos portais que criam “pacotes” para vendê-los aos anunciantes o Ad Manager possibilita essa criação, denominados Produtos. Por exemplo, você pode criar um Produto “Esporte” e inserir todas as páginas que falam sobre esportes. Dessa maneira facilita e economiza tempo ao subir um anúncio escolhendo esse Produto, ao invés de escolher página por página que o anúncio deve aparecer.

Para quem necessita que mais de uma pessoa gerencie a ferramenta, é possível dar acesso para contas de outros usuários com suas devidas permissões, que são elas:

  • Administrador: tem acesso total ao Google Ad Manager e pode editar configurações do sistema e de usuários.
  • Vendedor: pode criar e gerenciar pedidos para vender o inventário.
  • Gerente de vendas: pode criar, gerenciar, editar, aprovar e cancelar pedidos, reservar inventário além do limite e editar canais e critérios de segmentação.
  • Visitante: pode fazer upload de anúncios e acompanhar o desempenho de pedidos e itens de linha.
  • Executivo: pode gerar relatórios e avaliar a eficácia de campanhas.

Os relatórios não deixam nada a desejar, você pode mensurar por anúncios, por vendas, por publicação, por posicionamentos, critérios ou somente do AdSense. Fique tranqüilo, ele não vai te deixar na mão na hora de fazer o pós-venda. E o seu cliente ainda pode acompanhar o relatório a hora que quiser, desde que configure a conta dele com a permissão cabível a ele.

O produto ainda está em fase beta, algumas funcionalidades podem não funcionar como o esperado. Encontrei alguns problemas principalmente na parte de adicionar outros usuários, que alguns já foram resolvidos, por isso é sempre bom ficar de olho nas atualizações.

Essa foi uma breve introdução a esse produto que ainda é pouco ou nada conhecido/utilizado no mercado, mas que promete muito. O programa (http://www.google.com/admanager) é gratuito é você só precisa ter uma conta no Google.

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Você bem informado com o Google

O Google já é muito mais do que um nome. Trata-se de uma grande empresa, mas também de um celeiro fantástico de novidades e ferramentas úteis para a sociedade do conhecimento e da informação. Muitas vezes de graça, a empresa leva ao internauta a possibilidade de expandir seu horizonte cultural, ao mesmo tempo em que mantém firme sua marca.

A relação entre usuários dos serviços do Google e sua administração pode ser facilmente compreendida através das inúmeras alterações e inovações trazidas à internet, nitidamente surgidas e implementadas a partir de incentivos e opiniões de visitantes mundo afora. Não sei se foi esse o caso do Google Notícias.

A mídia tradicional escreve muito e escreve muito bem. A midia online também tem ótimos textos, opiniões e apuração de fatos. Como acompanhar tanto material, de forma organizada, simples e customizável? Assinar conteúdo através de RSS (Realy Simple Sindication) é uma boa saída, mas ainda assim deixamos de fora notícias relevantes. O Google Notícias amarra diversas seções em um grande jornal online, mas referenciando notícias de diferentes periódicos e momentos históricos.

Tudo muito facilmente customizável e gerenciável pelo usuário. Quantas notícias sobre esporte você quer ver ao entrar lá? Prefere que as notícias de economia e negócios apareçam primeiro? Ou será que o mais interessante é mesmo pesquisar as notícias por palavra e/ou assunto? As notícias veiculadas nos portais e jornais são rapidamente associadas à home do Google Notícias, o que garante informação a toda hora, minuto ou segundo.

Há também a possibilidade de se usar o alerta de notícias, um aplicativo do Google que monitora as notícias de acordo com palavras-chave desejadas e monta um e-mail com as principais referências do dia ou da semana. Assim, se você quer saber tudo sobre a fusão entre Itaú e Unibanco, basta digitar as palavras-chave Itaú e Unibanco e escolher a frequência de entrega do material em seu e-mail (diário ou semanal). Fácil e prático, não?

Você também pode usufruir das facilidades na navegação e pesquisas de notícias a partir de seu celular ou smartphone. Particularmente, acho esta neurose um exagero, mas conheço muita gente que já acessa diariamente o endereço http://mobile.google.com.br/ direto do smartphone para ter a notícia em primeiríssima mão. Como dizem, pode ser “uma mão na roda”.

O artigo é mesmo um grande obrigado ao Google, um intenso puxa-saquismo. Simplesmente porque os serviços aqui comentados facilitam, e muito, a tarefa de encontrar e usar referências para os textos do Dinheirama. O Google Notícias trouxe as redações dos jornais para a tela do meu computador. Certo, exageros à parte, visitar um endereço é muito mais fácil que ficar caçando notícias em portais e sites por ai. Né? Idéia óbvia, simples, mas brilhantemente executada. Obrigado Google! 

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Google estréia anúncios de vídeos no Youtube

Era uma vez uma idéia de dois amigos: juntar todas as informações da web e apresentá-las de forma rápida e fácil para os usuários em busca de informações espalhadas (nessa época) em milhares de sites. O sucesso foi tanto que hoje nos questionamos se houve vida na internet antes do Google. Como todo esforço e, principalmente, boas idéias devem ser recompensados, logo veio um plano de negócio para a nova ferramenta: além dos resultados oferecidos pelo serviço gratuito, por que não aproveitar um pouco do espaço para vender publicidade? Outra idéia fantástica que se converteu em êxito e transformou os dois amigos não só em milionários, mas também em ícones de um novo panorama econômico.

Então vieram outros três (ou seriam quatro?) amigos que criaram um novo site de sucesso: o Youtube. A febre se espalhou rapidamente, ajudada pela popularização da banda larga e de equipamentos de produção de vídeo (câmeras digitais baratas, celulares, webcams…), contrinuindo para que cada vez mais pessoas se envolvessem com a idéia de compartilhamento de material audio-visual na rede. Segundo dados do Google, atualmente, a cada minuto, mais 13 horas de vídeos são adicionadas ao site.

Os amigos do Google – já profissionais nesse momento – aproveitaram a idéia dos novos amigos e compraram o Youtube em outubro de 2006, pelo qual desembolsaram US$ 1,6 bilhão. Mas os grandes números param por ai. Desde a aquisição, o Google não conseguiu implementar um plano de negócio que justificasse o valor da compra e trouxesse lucros à empresa. Pelo menos não até hoje.

Seguindo a velha tática do “não perca tempo reinventando a roda” a companhia decidiu fazer negócio com o que mais entende: resultado de buscas. Sim, depois de algumas tentativas frustadas por rejeições de usuários, o Google acaba de anunciar os anúncios de vídeos do Youtube.

A novidade (ou não) que o diferencia das outras experiências é que essa não interfere nas atividades do usuário. Ele não precisará esperar um anúncio antes de ver o vídeo que deseja e nem verá sua tela tomada por anúncios de texto. A dinâmica é praticamente a mesma dos resultados da página central do Google: de um lado os resultados naturais, do outro os pagos.

Explicando melhor: ao procurar um determinado termo, o Youtube continuará apresentando os vídeos adicionados por usuários que são relevantes à procura, mas além deles também mostrará vídeos feitos por anunciantes e pagos por cliques.

A idéia parece boa, pois segue a mesma lógica do AdWords: o anúncio é mostrado para um público que já está procurando um determinado produto e, portanto, as chances de “convencê-lo” são maiores. Nada mais natural que fazer isso no mesmo formato de mídia que o internnauta está buscando.

Mas ainda não vejo um sucesso tão próximo. Isso por duas razões básicas. Primeiro, quando estou procurando algo e aparece um anúncio do AdWords ao lado com a palavra-chave, provavelmente eu me sentirei atraída e vou ler o anúncio inteiro, ou seja, a mensagem será passada por completo na maioria dos casos. Tería que ser um anúncio muito ruim para me fazer desistir na metade de três linhas. Já no vídeo será mais difícil chamar a atenção. Acho que os anunciantes terão que ser muito criativos em criar imagens de início instigantes e ainda prender o usuário até o fim da mensagem.

O segundo problema é um clássico de quase tudo o que é novo na internet: tecnologia. Pelo menos no Brasil ainda não é a maioria que tem acesso à banda larga de qualidade e isso piora bastante a experiência do usuário. Dou o exemplo da minha casa. Eu moro no Espírito Santo, onde a maior velocidade para internet residencial é de 1Mb. Tenho essa velocidade e cada vez que quero ver um vídeo no Youtube tenho que esperar alguns segundos (muitas vezes minutos) para carregar e vê-lo por completo. Sinceramente não sei se me daria o trabalho de fazê-lo para ver anúncios.

As campanhas mais bem sucedidas até hoje na internet foram virais. Uma pessoa achou legal e recomendou a um amigo, que recomendou a outros… e assim vimos desconhecidos, histórias inusitadas e muito mentos com coco-cola se espalharem pela web como um vírus mesmo. Acho que continuará assim, mas lógico, os anúncios do Youtube serão muito mais direcionados a um público alvo específico, que uma vez atingido, estará mais propenso a consumir.

Para os anunciantes o procedimento é bem parecido ao do AdWords: escolha das palavras-chave, público alvo, CPC, orçamento diário, anúncio… Só que na hora de escolher o target… está disponível somente para os Estados Unidos por enquanto. Teremos que esperar para ver como o público brasileiro receberá a novidade e saber se o Youtube, finalmente, dará algum retorno ao Google.

Fico na torcida, pois como freqüentadora assídua do Youtube, quero que o serviço continue sendo oferecido com a qualidade (ou até melhor) que tem hoje e entendo que isso tem um custo muito alto. Mas ainda não consegui visualizar uma forma de recompensa para os produtores de conteúdo, pois a maior parte do sucesso do site se deve aos milhares de anônimos que criam vídeos vistos por milhões de pessoas no mundo inteiro e ainda não receberam um centavo por isso.

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Guia de SEO para Iniciantes

Se você possui um site ou blog, deve se preocupar com a indexação dele no Google e deve otimizá-lo para que  seja o melhor posicionado para determinadas palavras-chave.

Bem, sempre me perguntam sobre dicas básicas de SEO. Por isso, vou me aproveitar da notícia, capturada do Ego Strip, do Pedro Dias, e falar rapidamente  sobre um Guia de SEO para Iniciantes, que foi elaborado pelo próprio Google e dá dicas fundamentais para que um site seja bem estruturado e consequentemente bem indexado no Google.

Como o próprio Pedro diz, o “guia pretende responder a muitas das questões colocadas por webmasters em conferências ou no Grupo de Ajuda, como por exemplo ‘Quais os primeiros passos básicos para melhorar a performance do meu site no Google?‘”.

O guia, em inglês, conta com 22 páginas e aborda temas como: títulos e descrição, meta-tags, estrutura de URLs, navegação, criação de conteúdo, texto alternativo, entre outros.

Baixe: Guia de SEO para Iniciantes.

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Turbinando o envio de arquivos para o Google Docs

A maioria das pessoas conhece e utiliza apenas a forma “tradicional” de enviar arquivos para o Google Docs. Isto siginifica:  Enviar o arquivo de seu computador e para o Google Docs através de um upload. Existem outras formas que podem tornar esta tarefa bem mais produtiva.

Transforme seu e-mail em um documento

Talvez você não tenha observado mas na página do Google Docs de upload é mostrado um e-mail dentro da seção “Importar seus documentos e arquivos via e-mail”. O e-mail é algo bem estranho como “seunome+sobrenome-numeromaluco1-numeromaluco2@prod.writely.com“. Utilizando este e-mail você pode criar documentos direto do seu programa cliente de e-mail. Basta enviar um e-mail para o e-mail maluco. O título do seu e-mail vai ser  o nome do arquivo e o corpo do seu e-mail será o corpo do seu documento.

Tente, é bem legal.

Detalhes importantes:

  • Você receberá um e-mail de confirmação informando que o documento foi criado;
  • Esta funcionalidade é válida apenas para a criação de documentos.

Anexos viram documentos

Uma outra forma interessante de criar novos documentos e aproveitar as mensagens com anexos para transformar os arquivos contidos nela em arquivos do Google Dos.

Quando enviar uma mensagem para um amigo que contenham documentos ou apresentações anexos, basta copiar o endereço maluco do Google Docs no campo CC para que eles se tranformem em arquivos no Google Docs.

Detalhes importantes:

  • Você pode anexar até 10 arquivos;
  • Você receberá um e-mail informando que os documentos/apresentações foram criados;
  • Esta funcionalidade é válida para a criação de apresentações e documentos.

Pegue arquivos direto da Web para o Google Docs

Uma outra forma bem interessante e que economiza um bocado de tempo é pegar o endereço de arquivos disponibilizados na web e importá-los diretamente para o google docs. Este é um jeito legal de não gastar espaço em disco, não gastar banda e economizar tempo.

Para fazer isso basta copiar o endereço do documento (ex.http://empresa.com/info.doc) e colocar na caixa de texto ou digite o url de um arquivo na web” em seguida dê um nome para o arquivo na caixa de texto “Que nome você deseja dar?” e em seguida clicar em “fazer upload“.

Pronto!

Estão ai três formas de turbinar o seu envio de arquivos para o docs.

Importante

Lembre-se das seguintes regras para enviar arquivos para o Google Docs:

1. Documentos devem ter até 500KB;

2. Apresentações podem ter até 10MB quando enviadas direto de seu computador, 2MB quando capturadas de endereços da Web e 500KB quando enviadas por e-mail;

3. Planilhas só podem ser enviadas pelo método de upload  e devem ter no máximo 1MB;

4. Arquivos PDF devem ter no máximo 10MB quando enviados de seu computador e 2MB quando capturados da web.

A minha empresa esta desenvolvendo um treinamento de Google Docs de acordo com as necessidades dos usuários brasileiros a “versão beta” deste treinamento é gratuita. Gostaríamos de contar com sua participação. Para saber mais informações clique aqui.

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Don’t be evil, read your mind!

O tão esperado browser do Google foi lançado há pouco tempo atrás prometendo muitos recursos, muitas novidades e muito marketing por trás de uma marca que visa a todo custo alavancar cada vez mais todo o seu poderio com ferramentas e serviços exclusivamente voltados para a web, tais como mídias online, redes sociais e comunicação interativa.

Sabiamente o Google conseguiu dominar grande parte de nossas necessidades diárias para com a internet de forma que nossa dependência com seus produtos é tanta que fica quase impossível não usufruir de algum de suas dezenas de serviços disponíveis.

A dúvida é a seguinte: como o Google conseguiu abocanhar o maior pedaço da web de forma tão rápida e ao mesmo tempo tão competente?!

Teoria da conspiração é o que não falta nestas horas! As notícias e os boatos caminham lado-a-lado, sendo quase impossível distinguir a linha tênue que os separam. Para nós que estudamos o comportamento do Google sabemos muito bem que qualquer projeto que a empresa desenvolve têm base diretamente nas keywords digitadas em seu mecanismo de buscas.

A partir daí, a gigante de Mountain View conseguiu criar uma mega rede de informações anexada a um imenso banco de dados contendo o perfil completo de todos os usuários de seu complexo sistema. Foi assim que se transformou no maior especialista em desenvolvimento de ferramentas online, tais como Gmail, Orkut, GTalk, GDocs, Greader, AdManager e Analytics. É assim que os rentáveis Adwords e Adsense funcionam a todo vapor! E foi para ajudar ainda mais no processamento e na atualização destas constantes informações que o Chrome foi lançado.


Mas como é o funcionamento do browser que deseja competir de igual para igual com o Firefox, Internet Explorer e Opera?!

Usei o Chrome durante 24 horas em modo hard-user com o objetivo de analisar cada detalhe sobre suas características, nas quais estão descritas abaixo:

  • Eu não sei por que existe a tal da instalação semi-automática. Primeiro é necessário baixar um arquivo instalador, para depois este mesmo arquivo fazer o download do navegador. É muito tempo perdido para algo relativamente simples.
  • Browser turbinado?! Foram detectadas diversas melhorias embutidas no navegador, sendo descartada a instalação de alguns plugins para que este funcione com uma velocidade de processamento razoável. O problema é que estas extensões parecem cópias fiéis das disponíveis para Firefox.
  • Quando abrimos uma nova aba/guia gera-se thumbnails dos seus favoritos. Acredito que muitos usuários vão gostar, mas para mim é extremamente desnecessário, ainda mais que várias páginas são carregadas em segundo plano, aumentado o tráfego da rede. Xiitas dizem que esta também é uma forma camuflada de de enviar informação para o Google sem que o usuário perceba. Será?!
  • Sua navegabilidade é relativamente boa, mas ao mesmo tempo sua interface é muito confusa e nem um pouco intuitiva. Esta talvez seja uma falha gravíssima, ainda mais quando estamos falando sobre o todo poderoso Google, que sempre se preocupou com a simples simplicidade.
  • Navegação anônima: Quando este item estiver marcado, você poderá acessar determinada página e esta não será salva no histórico. Bom para quem gosta de acessar sites pornôs e/ou conteúdo impróprio para o local de trabalho. Detalhe: o anonimato só serve para o histórico da web e não para acessar a web num todo. Então, se você deseja fazer brincadeiras de mal gosto para alguém, lembre-se que seu IP continuará sendo exibido normalmente.
  • Atalho padronizado para aplicativos online é uma opção interessante, mas ao mesmo tempo desnecessária, uma vez que temos que abrir de qualquer jeito o navegador para acessar tais aplicativos. Pra mim isso é o mesmo que tirar leite de boi.
  • Navegação segura com controle anti-phishing, malware, adware e afins. Mais segurança e comodidade para a sua navegação em páginas que exigem segurança. Pelo menos algo útil para falar do Chrome. Aleluia!
  • Importação de dados e favoritos de qualquer navegador web. Se não me engano o Firefox e demais browsers já fazem isso, não é mesmo?!
  • Deseja que o Chrome use o Google como mecanismo de busca padrão?!” Sinceramente não sei onde os desenvolvedores queriam chegar com esta ironia. Uma das primeiras caixas de diálogo quando instalamos o browser só pode ser uma Pegadinha do Mallandro.
  • Por que os desenvolvedores criaram uma logomarca tão similar a do nostálgico Genius?! Será que os nerds de Mountain View sentem saudade da infância e dos óculos fundo-de-garrafa?!
  • Google Gears definitivamente não funciona. Exaustivas tentativas para não se chegar a lugar algum. O que era para ser algo integrado, não passou de um mero detalhe.

Enfim, como já dizia aquele ditado popular, com o lançamento do Chrome o Google juntou o útil ao agradável. Agora sim os mais xiitas podem se descabelar e gritar à vontade, pois a dominação do mundo é apenas uma questão de tempo, cara-pálida.

Ah! E quando a revolução Googleniana chegar, talvez seja necessário a criação de um complemento ao slogan Don’t be evil para melhor entendermos o real objetivo por trás dos mocinhos do Google. Quem sabe algo mais real como Don’t be evil, read your mind?!

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Google People

Eu descobri a missão da Google de maneira muito torta . Você sabe qual é? “Google’s mission is to organize the world’s information and make it universally accessible and useful.” Ou seja, vou catalogar tudo que existe no mundo e oferecer para você usar de maneira prática. A missão normalmente se confunde com o negócio de uma empresa. No caso da Google acho que missão e negócio não são o mesmo. 

A Google ganha dinheiro com publicidade. Grande parte de seu faturamento vem de publicidade. Publicidade não tem nada a ver com catalogar e disponibilizar a informação do mundo, não é? Bem, para atingir o objetivo de catalogar toda a informação do mundo o que você precisa? Pessoas ou Servidores? Precisa dos dois, mas mais do segundo do que do primeiro. Uma vez um servidor programado para fazer seu papel de navegar e catalogar, o ser humano se torna desnecessário. A máquina sabe fazer o seu papel direito, caso tenha sido programada corretamente.

Com tantos servidores, tanto dinheiro e tantas mentes brilhantes juntas, naturalmente boas idéiais começam a ser implementadas. Estas idéias viram “produtos” e/ou serviços. Orkut, Gmail, Google Apps… A maioria destes serviços são grátis. Os termos de uso, NUNCA, são lidos por nós, e lá você descobre o que pode ou não esperar da Google em relação ao serviço, mas isto não vem ao caso.

O importante é que todos os serviços da Google tem ótimas páginas de ajuda, porém na hora do desespero, pelo menos nós brasileiros, é muito melhor explicar para outro ser humano para pedir ajuda. A maioria dos usuários de computadores e dos serviços da Google aqui no Brasil são pouco íntimos de tecnologia e tem grande dificuldade para usar computador e internet. Eu já cansei de receber mensagens no meu blog de pessoas dizendo que a senha deles foi “hackeada”.

O que uma pessoa que tem sua conta violada faz? Meu primeiro instinto é tentar acionar alguém para bloquear imediatamente a conta. Para os serviços da Google o que você consegue é meia duzia de páginas e uns formulários para preencher. O urgente, neste tipo de atendimento, é apenas um termo. Dificilmente o seu formulário será lido no tempo que você gostaria que ele fosse.

Outra coisa que me incomoda é que se você preencher um destes formulários, a resposta que vem, no tempo que eles acham correto, é totalmente genérica e mais enervante do que as respostas com gerunido dos Callcenters. Eu acho pouco provável que a minha resposta foi automática. Creio que para escolher a melhor resposta padrão, um ser humano leu e determinou que a resposta seria a de número 213b-x90. Eu não quero uma resposta padrão.

Nos últimos anos notou-se que o consumo de informações em blogs cresceu muito. Atrás de blogs existem pessoas. Quando alguém manda um comentário para um artigo, pessoas respondem. Pessoas consomem informações de pessoas e não de máquinas/servidores. 

Se existe um produto que ainda não existe e que a Google deveria criar, este produto é o Google People. Google People seria um serviço onde pessoas ajudam outras pessoas a achar a resposta para suas dúvidas e soluções para seus problemas.  Por mais que a Google tenha um ótimo mecanismo de busca e consegue contextualizar as palavras chaves de uma busca, eu quero usar um serviço e tirar dúvidas e resolver meus problemas com uma pessoa. Pode ser um chat, pode ser por email, mas precisa ser com uma pessoa. O serviço via telefone pode até existir, e não me importo de pagar para ter este tipo de suporte.

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Gmail Video Chat: Webcam no Gmail

Notícia rápida, porém fresquinha: O Google acaba de liberar o Gmail Video Chat, que permitirá aos usuários do Talk, através da instalação de um plug-in e uso do Gmail, usarem Webcam para conversar com seus amigos através da tecnologia Vidyo.

O recurso, disponível para usuários de Windows XP ou posterior e MacOS, já está disponível na página do Gmail Vídeo Chat e deve ser divulgado gradativamente a todos os usuários do Gmail.

Depois de instalar o Plug-in e reiniciar seu navegador, basta acessar a lista de contatos do Talk e, caso seu amigo também tenha o Plug-in instalado, clicar no link “Video & more“.

Assista a uma demonstração:

Possui Google Talk e Webcam? Teste o serviço e nos conte o que achou!

Veja mais informações no Help do Gmail.

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Gears, a nuvem e a mobilidade

Caro leitor, caso você esteja vivendo em Marte ou algum outro planeta qualquer no último ano, tenho uma notícia bombástica: os softwares que costumávamos instalar em nossos computadores migraram para a web! Estamos na era do “tudo online”: nossas agendas estão na web, nossos projetos, contatos, editores de documentos, fotos. Uma maravilha, já que podemos acessar tudo de qualquer computador, a qualquer hora, onde quer que estejamos. Isso tudo é a tão aclamada “nuvem”, orgulho dos entusiastas da tal “web 3.0” ou seja lá qual for seu nome. Não precisamos mais de programas, basta um terminal fixo ou móvel qualquer e uma conexão disponível.

Bem, aí é que está o problema… uma conexão disponível. Se queremos nossas informações em qualquer lugar, estamos à mercê das conexões móveis – ruins, lentas, inconsistentes. Pensando bem, as conexões físicas não são muito diferentes. Todo dia vejo gente reclamando de sua internet a cabo. E também tivemos o “apagão do Speedy” esse ano, lembram?

No meu caso, as coisas são um pouco piores. Sou uma profissional itinerante, faço homecare odontológico em idosos e portadores de necessidades especiais. Também me dedico à consultoria em mobilidade, cuidando de blog, podcast, dando palestras por todo o país, escrevendo em algumas revistas e comentando sobre tecnologia em uma rádio. Isso significa que igualmente preciso de meus dados quando estou viajando em ônibus ou aviões para que meu tempo gasto em deslocamentos seja produtivo.

Foi aí que entrou em cena minha dupla salvadora: Google Chrome e Google Gears.

Chrome, o novíssimo browser do Google, traz uma funcionalidade que vem muito a calhar na era da mobilidade: a possibilidade de transformar páginas da web em “mini-aplicativos” acessíveis a partir de atalhos em nossos computadores. E o Gears “salva” as informações contidas nesses “mini-aplicativos” para que sejam acessados de forma offline – inclusive em alguns OS de smartphones!

Um exemplo prático: gosto muito do gerenciador de tarefas Remember The Milk. É totalmente online, completo, poderoso, colaborativo e integra-se a uma pá de Vários serviços web, como Gmail, Twitter, entre outros.

Mas como acessar meus projetos durante uma viagem de avião, por exemplo? Ainda que eu esteja com uma página web aberta, se eu ficar offline não consigo transitar entre minhas abas e categorias.

Ao acessar o serviço no Chrome depois que se instala o Gears, eu tenho a opção de acessar tudo o que está armazenado na página. O Gears faz cópia em cache dos dados e, mesmo que você fique offline, poderá navegar sossegado entre seus itens:

Remember The Milk e Google Gears: opção de acesso aos dados offline

Imagine então o caso do Google Docs. Você está trabalhando num texto ou planilha, embarca e continua escrevendo mesmo offline. E, ao desembarcar, o Gears sincroniza tudo de volta para o servidor assim que você estiver conectado outra vez. O mesmo vale para o webmail do Gmail e uma série de outros serviços.

Claro que nem tudo é perfeito; uma série de dúvidas, principalmente no que diz respeito à privacidade, paira como um fantasma sobre a cabeça de muita gente. Mas se hoje dizemos que nossa vida está na “nuvem”, não seria exgero dizer que o serviço Gears e o browser Chrome são a ponte que nos levam ao céu…

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Youtube passará a exibir filmes completos da MGM

A parceria está prevista para ser anunciada ainda nesta segunda-feira, até o momento o site possui em sua maior parte vídeos amadores, com a parceria pretende-se impulsionar a receita de publicidade que o site gera, acredita-se que o conteúdo profissional possa atrair mais visitantes e fazer com que eles permaneçam mais tempo no site, além de atrair novos anunciantes.

Youtube
Serão disponibilizados filmes de ação, como “O Monge à Prova de Balas” e “Sete Homens e um Destino” e também clipes de filmes populares feitos pela MGM Studios. Todo o conteúdo poderá ser assistido gratuitamente, os vídeos contaram com a presença de publicidade ao longo de sua reprodução.
Muitas redes de TV já disponibilizam trailers, clipes e prévias dos programas e novelas, como é o caso da Rede Globo, que possui um canal próprio para divulgar cenas de capítulos da novela Malhação.
Com tudo isso o Youtube  apesar de ser o maior site de videos do mundo, poderá concorrer de frente com um dos seus maiores concorrentes o Hulu, que é o resultado de uma parceria entre a NBC e a Fox, para oferecer de forma gratuita e também sustentado por anúncios, capítulos de seriados e programas completos, o Hulu já está entre os 10 sites de vídeos mais acessados no mundo, segundo o Los Angeles Times.

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Por que o Gmail me impressiona tanto?

Simplesmente porque ele é o webmail mais modafoca de todos, sem dúvida alguma. E você duvida disso? Então vou mostrar algumas coisinhas, veja bem, poucas coisas, exemplos, provavelmente pensará como eu.

Primeiro de tudo, o cartão de entrada, espaço

Com certeza essa é a primeira coisa a ser citada. Um webmail que te oferece 7260MB HOJE de espaço, mereçe respeito. E falo HOJE, porque amanhã esse tamanho aumenta. Eu me lembro como se fosse ontem (snif… emoção mode=”on”), quando só tinha 1GB, depois passou pra 2.7GB. Agora esse modafoca quase triplicou. Absurdo. Graças ao grande Deus Google.

Melhor Killer SPAM que eu já vi

Eu NUNCA vi um webmail que possuisse um anti-spam tão modafoca quanto o do Gmail. Muito raramente aparece algum spam na minha caixa de entrada. E pouquíssimas vezes um email foi pra spam erroneamente.

Labels coloridos para agrupar emails

Isso eu achei sensacional. Você agrupar email por labels, beleza, isso é tranquilo, mas colorir, eu achei uma ótima idéia. Eu lembro que foi a partir dessa funcionalidade que passei a usar a versão em inglês, que era a única que tinha suporte.

Usar o Gtalk dentro do Gmail

Quando essa funcionalidade foi adicionada eu fiquei impressionado. Logo pensei “Os problemas dos modafocas que não conseguem entrar no Gtalk no trabalho se acabaram-se”. É um belo adianto. E pra mim, o melhor disso é ter o histórico das conversas dentro do Gmail, pois eu já precisei milhões de vezes algo que comentei no Gtalk e recorro ao Gmail.

Threads de Email

Isso revolucionou, muito, mas muito mesmo. Acabou aquela coisa de emails separados, que são respostas do primeiro email. Agora temos todos esses emails agrupados em threads. Muito mais organizado e de fácil uso. Perfeito.

Ajax e versão para conexões mais lentas

O Gmail é um grande webmail também pela sua rapidez, que é graças a utilização correta de Ajax. clicou está ali, pode viajar pela Thread sem recarregar a página, enfim, Um grande exemplo de uso de Ajax num projeto.

E o melhor, caso você não tenha uma conexão decente ou então possui um breoser bem modafoca, furreco, você pode optar pela versão mais leve, sem ajax e menor, tornando sua acessibilidade ainda maior.

Duas ou mais contas em uma só e mais

A opção de ter dois emails principais é fantástico. Você recebe na mesma “conta” emails dos dois cadastrados.

Por exemplo: Eu tenho meu email modafoca@gmail.com. Ele é meu principal, mas só que eu tenho um outro email, profissional o dulcetti@modafoca.com.br, que quero receber no Gmail, na mesma conta que a do email anterior, você consegue. Aí, quando você for mandar email, você escolhe qual é o remetente, qualquer um dos dois cadastrados.

Enfim…

Bom, existem muitos outros tópicos, pontos positivos dentro do Gmail, mas citei somente esses, porque senão o post não teria fim.

Mas nem tudo são flores

Algumas coisas que eu acho que poderiam ser melhoradas no Gmail. Quero ver se vocês concordam.

Busca modafoca

Eu não acho a busca do Gmail muito decente. Se eu busco por macarrao, os resultados são diferentes se eu buscar macarrão. Eu não gosto disso, pois às vezes não lembro se coloquei ou não acento, etc.

Labels poderiam ser como pastas

Gosto muito dos labels, mas na minha opinião eles deveriam trata-los como pasta. Se eu marco, não aparece mais na inbox.

Mas você pode arquivar os email ué

Sim, eu sei disso, mas mesmo assim acho que poderiam já ficar como pastas, já que não gosto de ter minha inbox com mais do que cinco itens, com isso, tenho que criar uma pasta e arquivar estes emails.

Anexar arquivos pode ser um parto

Tente anexar arquivos diferentes de imagens e textos. Algo como AI, TIFF, entre outras extensões. Sendo que as que citei são imagens, mas mesmo assim ele fica muito tempo pra anexar, meio que com medo de ter vírus.

Entendo a preocupação, mas creio que possa ter outra forma. E outra coisa que não me agrada é não poder anexar executáveis.

All Mails meio modafoca

Esse All Mails é legal, porém eu acho que poderiam existir divisões mais específicas, pois eu não acho legal ele me mostrar as mensagens que eu enviei, já que tenho o link para Sent Itens. E nem pros chats, já que tenho o link para tal. Mas enfim, blá blá blá.

Finalizada a parte de pontos fracos. Agora vamos a um extra que não sei se você conhece ou já testou.

A interface dele é meio feia.” – Relaxe, seu problemas se acabaram-se. Chegou o Google Redesigned modafoca

Bom, eu nem ligo pra interface do Gmail, pois acho muito funcional e intuitiva, além de leve e sem tantas frescuras. Algumas, tudo bem, mas não tantas. Mas se você é um daqueles, que precisam ter no seu webmail algo extremamente bizarro no visual, aquelas frescuras aqueles detalhes, fique tranquilo pois existe um add-on para o Firefox que deixa o Gmail mais fresco bonitinho.

Ah é? Qualé então?

O Google Redesigned, da Globex Design. Você pode ver mais informações dele ou então já instalar o add-on direto do site da Mozilla.

O que muda no visual do Gmail com ele?

Já deu pra ver que ficou diferente não é?

Logo quando você for entrar no Gmail, já vai perceber a diferença. Ele possui o fundo escuro, totalmente diferente do normal. Impacta bastante no início.

Ao logar, você vê também o carregamento e a mensagem de gmail mais leve para conexões lentas totalmente diferente, tanto em design quanto em posição. Mas ainda nem chegou na metade da mudança.

Sério? O que acontec… Caraaaamba. totalmente diferente. Bizarro!

Exatamente. Bem bizarro, diferente do normal. Às vezes assustador de início, pela escuridão que fica, mas admito que ficou num estilo agradável. Um pouco gay, mas aceitável.

Mas eu achei aceitável por pouco tempo. Em uma semana já estava mudando pra versão branca mesmo, simples, que acho mais clean e organizada. Mas vale a experiência, para ver o que o CSS pode fazer com o Gmail. Mas lógico, só funciona no Firefox. Nem pense nisso ficar desse jeito no IE 😉

Finalizando

Bom, fico por aqui e espero que tenha gostado dessa contribuição modafoca no UnderGoogle. E valew ae meu nobre Kanarski por ter feito o convite, fiquei até emocionado (snif).

Beijo na alcatra. Aquele abraço.

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Como o Google Apps pode ajudar a sua empresa

Olá meu nome é Almir F. Rivas Jr trabalho em computação há bem mais de 20 anos (para ter uma idéia da uma olhada no meu primeiro computador) e desde jan/2005  acompanho um pouco mais de perto as tecnologias Google.

De dois anos pra cá comecei a estudar mais intensamente e há um ano me tornei um Google Enterprise Professional fazendo um treinamento de instalação e utilização do Google Earth Enterprise e outro do Google Search Appliance.

O Google Apps é uma das ferramentas mais interessante do Google. Na verdade ele é um conjunto de ferramentas Gmail, Talk, Agenda e Docs. Se não esqueci de nenhuma essas são as principais.

O que você pode fazer com cada uma delas: Mandar e receber e-mail, agendar reuniões enquanto manda os e-mails, enviar arquivos, falar pela internet utilizando voz, compartilhar recursos da sua empresa (como a sala de reunião), criar documentos, criar planilhas , criar apresentações e o mais importante de tudo colaborar, trabalhar em equipe.

O Google Apps pode ser utilizado gratuitamente (versão Standard) ou pago (Versão Professional) obviamente há diferenças entre as duas versões  dentre as quais podemos destacar a API para integrar o Apps com os software existente na sua empresa.

Agora vamos ver como o Google Apps pode ajudar a sua empresa seja ela pequena, média ou grande.

  1. Legalidade – Você não precisa mais ter software pirata na sua empresa para escrever uma proposta, para criar uma planilha de custos ou para fazer uma apresentação para seu cliente;

  2. Suporte técnico – Esqueca o instala e desinstala. Se você instalar um Windows bem comportado você nem vai lembrar mais de tela azul agora se você tem uma estação de trabalho Linux melhor ainda;

  3. Máquinas leves – Máquinas com o hardware mais barato possível afinal tudo roda na Web, exceto seu navegador;

  4. Publicação – Publique seu documento, sua planilha, sua apresentação na Web e distribua suas idéias para quem precisar;

  5. Mobilidade – Os arquivos criados ficam nos servidores do Google e você pode acessá-los de qualquer lugar que tenha um acesso à internet;

  6. Compartilhamento – Se desejar que apenas algumas pessoas tenham acesso aos seu documentos. Basta compartilhar, não precisa que ninguém tenha nenhum software específico instalado na máquina além de um navegador;

  7. Colaboração – Quer criar uma planilha, um documento ou uma apresentação com alguém que está em outro local de trabalho, outra cidade, outro continente? Sem problemas isto pode ser feito ao mesmo tempo;

  8. + Colaboração – Quer conversar com o pessoal que esta em outra sala, com seus filhos em casa, com a filial de Minas? O Google Talk “acoplado” no Gmail faz isso sem problemas;

  9. Lembretes – Quer lembrar de dar uma olhada no material da reunião mesmo no domingo depois do churrasco. O Google Calendar permite isso mandando mensagens para seu celular;

  10. Atualizado – Quer acompanhar as notícias do seu time, do mercado financeiro enquanto escreve seus e-mails. O Gmail permite isso.

Bom começamos com esta visão geral do Google Apps para que vocês saibam o que vem pela frente. Isto é uma visão bem resumida do Apps. Daqui pra frente iremos falar mais dele, de busca corporativa, de Google App Engine e por ai vai.

Um grande abraço à todos e obrigado ao Fernando pela oportunidade.

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