Google quer tornar a Web mais rápida

Preocupado com a rápida evolução da Web e o número de internautas que não para de aumentar, a Gigante de Mountain View, agora está querendo melhorar o desempenho do carregamento das páginas da web. Há alguns dias a empresa lançou uma ferramenta para ajudar os desenvolvedores nessa tarefa, o Page Speed, que é um add-on para Firefox feito para avaliar o desempenho das suas páginas da web e para obter sugestões sobre como melhorá-las.

Na tentativa de unir os profissionais do ramo de desenvolvimento web o Google lançou um site especial com grupos de discussão, dicas e uma área especial no Google Moderator para você enviar sua idéia ou sugestão.

Via @Google Blog

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Google: o sonho acabou?

sonho-acabou

Há alguns anos o nome Google é ligado a expressões positivas. Para uns é sinônimo de sucesso, para outros de prosperidade e até mesmo alegria. Afinal, não é comum ver uma empresa – relativamente nova, diga-se de passagem – quebrar tantos paradigmas e se posicionar com uma imagem tão sólida quanto carismática. A Microsoft pode ser lembrada por ser líder no seu segmento e ser responsável por colocar Bill Gates algumas vezes no topo da lista dos homens mais ricos do mundo, assim como a Apple é lembrada por seu poder de gerar fanáticos em torno de uma marca e estar sempre na vanguarda. Mas o Google tem os dois lados da moeda. Pelo menos tinha.

Talvez não tenha sido tão surpreendente quando a companhia começou a anunciar seus “ajustes” para enfrentar a crise mundial, já que estávamos nos acostumando a notícias parecidas vindas de muitas empresas de informática e outros setores. Mas mesmo assim, talvez porque não quiséssemos imaginar a crise para o Google na tentativa de manter o sonho de empresa perfeita intacto, não esperávamos que o gigante fosse afetado.

Começou com os rumores de que o Google estaria cortando algumas regalias (ou seria luxo?) dos funcionários em grandes sedes como Nova York e até a de Mountain View. Já no final do ano passado, a companhia anunciou o cancelamento de contratos temporários e no início deste ano reduziu bastante a sua equipe de recrutamento, já que segundo a própria companhia, o volume de novas contratações não era mais o mesmo. Para completar, o blog TechCrunch divulgou, semana passada, e-mails de ex-funcionários que não se sentiam tão satisfeitos em trabalhar na empresa modelo; e a caída no ranking da Forbes de 1º para 4º posto das melhores empresas para se trabalhar parece ter oficialmente acabado com uma era.

Até mesmo as famosas “super compras” do Google ficaram estagnadas e o que vimos nas últimas semanas foi uma sucessão de descontinuidade de produtos que não traziam retorno financeiro para a companhia, ou não fizeram tanto sucesso com os usuários. O próprio Orkut, o queridinho dos brasileiros (só dos brasileiros e dos indianos) continua como patinho feio, vendo seu aniversário de 5 anos passar praticamente em branco. Nem é tão difícil de entender, mesmo com a recente adição de publicidade, o site ainda não dá dinheiro suficiente ao Google.

O que dá dinheiro mesmo (e muito) continua sendo a dupla Adsense-Adwords e é por isso que o Google está cada vez mais atento em garantir que a fórmula continue dando certo. Posts nos blogs oficiais da companhia com tutoriais e dicas sobre os dois programas nunca faltaram e parecem que estão longe de acabar. Em tempos de crise, o Google tem justamente o que as empresas estam precisando: meios baratos e eficazes de divulgar sua marca para um público mais segmentado.

Eu particularmente não gosto desse clima alarmante, como se a crise mundial fosse um daqueles filmes de Hollywood em que um desastre vai acabar com a terra em poucos dias, mas precisamos encarar os fatos: há reflexos negativos em grandes empresas, vide Microsoft e Intel. E mesmo que no Brasil ainda não tenhamos sido afetados diretamente, não dá para ver os acontecimentos isoladamente.

Então o que fazemos? Entramos em desespero? Não. Acho que a fórmula está aí na nossa frente. Quando uma crise toma grandes proporções, muitos segmentos são ameaçados, mas SEMPRE aparecem novas oportunidades. E para mim o caminho é o mesmo que o Google está seguindo: as novas mídias e principalmente, novas formas de publicidade. Não é novidade que a publicidade online veio também para quebrar paradigmas e abrir novos horizontes. É ainda muito mais barata que as mídias tradicionais e oferece um controle e um direcionamento das ações indispensáveis em tempos difíceis, quando temos que medir bem nossos gastos.

A descontinuidade do Google Print Ads indica o caminho. Já não acreditamos mais que a publicidade tradicional (nem os meios tradicionais) vai acabar, mas mais do que nunca precisamos apostar no meio online e confiar que temos oportunidades e ferramentas suficientes para superar os tempos de crise.

Agora, respondendo: o sonho acabou? Não. Talvez a fase não seja a melhor, mas o Google tem vários projetos – além da dupla Adsense-Adwords – que prometem garantir sua hegemonia na internet e em móveis. Novas idéias estão sempre surgindo e, na maioria dos casos, elas dão bons retornos para a companhia. Resta a nós seguir o exemplo.

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Google altera seis de seus produtos e lança AJAX APIs Playground

Há alguns dias o Google anunciou corte no desenvolvimento de alguns de seus produtos e mudanças em alguns que ainda continuaram conosco, no mesmo dia também foi anunciado o corte no número de funcionários e fechamento de alguns escritórios. A noticia correu aos quatro cantos da internet, porém ainda vale ser comentada aqui, com alguns esclarecimentos a mais, é claro.

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Ano novo, favicon novo

Geralmente, quando um site muda seu favicon, aquela pequena imagem que aparece ao lado do endereço do site na barra do navegador ninguém realmente se importa ou percebe. A menos que o site seja o Google.

Em junho do ano passado, a empresa revelou uma nova versão estilizada do seu favicon um ‘g’ azul com um fundo branco. Era bastante elegante se comparado ao clássico G colorido que estávamos acostumados.

google_favicon

Agora parece que a empresa está mudando novamente, desta vez para um logotipo que incorpora o mesmo ‘g’ minúsculo (mais estilizado ainda), mas que também inclui as clássicas cores da empresa, amarelo, azul, verde e vermelho.

[UPDATE]

Como reportado pelos leitores Tulio, Rodrigo e César, o novo favicon do Google foi inspirado na idéia do André Resende [], estudante de Ciência da Computação da Universidade de Campinas/SP, o favicon de André concorreu com mais três idéias, a dele foi eleita a melhor idéia por ser a mais atrativa de todas e conseguir capturar a essência do Google como declarado no blog oficial da empresa.

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Visita ao Googleplex Sydney

Antes de  voltar a postar notícias sobre a Gigante das Buscas, gostaria de postar sobre a visita que o leitor/amigo Felipe Spina fez ao GooglePlex Sydney, mais um paraíso do Google, dentre os vários espalhados pelo mundo.

Segue o relato que o Felipe fez para o blog:

O engenheiro Alex North me mostrou o escritório que tem 2 andares, no primeiro fica a parte das salas de reuniões com uma copa e uma cozinha. No outro ficam os desenvolvedores, engenheiros. Bem legal o ambiente de trabalho, a galera bem a vontade, a maioria vai trabalhar de bicicleta, tem até redes de tirar uma soneca. Reparei que na cozinha eles usam muito produtos e incentivam a reciclagem, sem contar a bela vista privilegiada da Darling Harbour.

A estrutura lembra muito a do GooglePlex Brasil e do padrão dos escritórios ao redor do mundo, baias cheias de brinquedos, paredes com Logos do Google e um Pub, com vários “brinquedos” e vários tipos de doces e bebidas.

Confira algumas imagens:

Veja mais no Flickr

Caso você tenha feito visita a algum escritório do Google espalhado pelo mundo, entre em contato conosco!

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Don’t be evil, read your mind!

O tão esperado browser do Google foi lançado há pouco tempo atrás prometendo muitos recursos, muitas novidades e muito marketing por trás de uma marca que visa a todo custo alavancar cada vez mais todo o seu poderio com ferramentas e serviços exclusivamente voltados para a web, tais como mídias online, redes sociais e comunicação interativa.

Sabiamente o Google conseguiu dominar grande parte de nossas necessidades diárias para com a internet de forma que nossa dependência com seus produtos é tanta que fica quase impossível não usufruir de algum de suas dezenas de serviços disponíveis.

A dúvida é a seguinte: como o Google conseguiu abocanhar o maior pedaço da web de forma tão rápida e ao mesmo tempo tão competente?!

Teoria da conspiração é o que não falta nestas horas! As notícias e os boatos caminham lado-a-lado, sendo quase impossível distinguir a linha tênue que os separam. Para nós que estudamos o comportamento do Google sabemos muito bem que qualquer projeto que a empresa desenvolve têm base diretamente nas keywords digitadas em seu mecanismo de buscas.

A partir daí, a gigante de Mountain View conseguiu criar uma mega rede de informações anexada a um imenso banco de dados contendo o perfil completo de todos os usuários de seu complexo sistema. Foi assim que se transformou no maior especialista em desenvolvimento de ferramentas online, tais como Gmail, Orkut, GTalk, GDocs, Greader, AdManager e Analytics. É assim que os rentáveis Adwords e Adsense funcionam a todo vapor! E foi para ajudar ainda mais no processamento e na atualização destas constantes informações que o Chrome foi lançado.


Mas como é o funcionamento do browser que deseja competir de igual para igual com o Firefox, Internet Explorer e Opera?!

Usei o Chrome durante 24 horas em modo hard-user com o objetivo de analisar cada detalhe sobre suas características, nas quais estão descritas abaixo:

  • Eu não sei por que existe a tal da instalação semi-automática. Primeiro é necessário baixar um arquivo instalador, para depois este mesmo arquivo fazer o download do navegador. É muito tempo perdido para algo relativamente simples.
  • Browser turbinado?! Foram detectadas diversas melhorias embutidas no navegador, sendo descartada a instalação de alguns plugins para que este funcione com uma velocidade de processamento razoável. O problema é que estas extensões parecem cópias fiéis das disponíveis para Firefox.
  • Quando abrimos uma nova aba/guia gera-se thumbnails dos seus favoritos. Acredito que muitos usuários vão gostar, mas para mim é extremamente desnecessário, ainda mais que várias páginas são carregadas em segundo plano, aumentado o tráfego da rede. Xiitas dizem que esta também é uma forma camuflada de de enviar informação para o Google sem que o usuário perceba. Será?!
  • Sua navegabilidade é relativamente boa, mas ao mesmo tempo sua interface é muito confusa e nem um pouco intuitiva. Esta talvez seja uma falha gravíssima, ainda mais quando estamos falando sobre o todo poderoso Google, que sempre se preocupou com a simples simplicidade.
  • Navegação anônima: Quando este item estiver marcado, você poderá acessar determinada página e esta não será salva no histórico. Bom para quem gosta de acessar sites pornôs e/ou conteúdo impróprio para o local de trabalho. Detalhe: o anonimato só serve para o histórico da web e não para acessar a web num todo. Então, se você deseja fazer brincadeiras de mal gosto para alguém, lembre-se que seu IP continuará sendo exibido normalmente.
  • Atalho padronizado para aplicativos online é uma opção interessante, mas ao mesmo tempo desnecessária, uma vez que temos que abrir de qualquer jeito o navegador para acessar tais aplicativos. Pra mim isso é o mesmo que tirar leite de boi.
  • Navegação segura com controle anti-phishing, malware, adware e afins. Mais segurança e comodidade para a sua navegação em páginas que exigem segurança. Pelo menos algo útil para falar do Chrome. Aleluia!
  • Importação de dados e favoritos de qualquer navegador web. Se não me engano o Firefox e demais browsers já fazem isso, não é mesmo?!
  • Deseja que o Chrome use o Google como mecanismo de busca padrão?!” Sinceramente não sei onde os desenvolvedores queriam chegar com esta ironia. Uma das primeiras caixas de diálogo quando instalamos o browser só pode ser uma Pegadinha do Mallandro.
  • Por que os desenvolvedores criaram uma logomarca tão similar a do nostálgico Genius?! Será que os nerds de Mountain View sentem saudade da infância e dos óculos fundo-de-garrafa?!
  • Google Gears definitivamente não funciona. Exaustivas tentativas para não se chegar a lugar algum. O que era para ser algo integrado, não passou de um mero detalhe.

Enfim, como já dizia aquele ditado popular, com o lançamento do Chrome o Google juntou o útil ao agradável. Agora sim os mais xiitas podem se descabelar e gritar à vontade, pois a dominação do mundo é apenas uma questão de tempo, cara-pálida.

Ah! E quando a revolução Googleniana chegar, talvez seja necessário a criação de um complemento ao slogan Don’t be evil para melhor entendermos o real objetivo por trás dos mocinhos do Google. Quem sabe algo mais real como Don’t be evil, read your mind?!

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Qual será o futuro das transcrições do Youtube?

Olá! Aqui é o Jonny Ken do Infopod e do Podcast Decodificando e estou aqui a convite do sr Fernando Kanarski nesse mês especial de convidados do Undergoogle para falar um pouco de reconhecimento de voz!

Não é novidade nenhuma que muitas empresas estão trabalhando em software para reconhecimento de voz, provavelmente desde a criação da primeira placa de som. Porém, somente nos últimos anos esse tipo de aplicação começou a aparecer na internet.

Sites como o Tunatic (reconhecimento de música) ou o Podzine (reconhecimento de voz em áudio e vídeo) surgiram, mas acabaram não despontando na rede. Alguém conhecia?

Em julho, aproveitando o gancho das eleições americanas, o Google entrou nesse mercado de reconhecimento de voz com um programa que transcreveu partes dos vídeos de discursos dos candidatos à presidência, e disponibilizou-os nos bancos de dados de buscas. Por causa disso, criou-se um burburinho sobre o que esse sistema poderá fazer  para revolucionar a internet daqui para frente.

Por isso, eu resolvi colocar a minha roupa de “Jonny Mercado” e mostrar como serão os próximos meses. Qualquer semelhança com fatos ou pessoas será mera coincidência. Veja djá!

Julho de 2008 – Google lança programa que transcreve parte dos discursos dos candidatos à presidência.

Junho de 2009–  Google anuncia que transcreveu 100% dos conteúdos do Youtube e dos principais podcasts americanos, aumentando estratosfericamente sua base de dados de busca.

Setembro de 2009 – Para terminar um processo com a RIA, a Google entra em um acordo e utiliza seu novo software para eliminar todos os vídeos sob direitos autorais. Gemidos da Cicarelli são transcritos para apagar todas as cópias do vídeo proibido.

Dezembro de 2009 – O novo algoritmo de transcrição do Google atinge 60% de acerto, ultrapassando a porcentagem do Google Translator!

Janeiro de 2010 – Google inclui uma caixa por busca utilizando a voz ao lado da caixa de busca tradicional, facilitando a vida de quem tem deficiência que dificultam a utilização do teclado. IBM, enfim, abre o código-fonte do Via Voice para tentar salvar o produto, já que ninguém pagará mais a facada que custa o software.

Junho de 2010 – No aniversário de 2 anos da ferramenta, o Google anuncia que a capacidade de acerto chega a 90%. São colocadas legendas em todos os vídeos e as transcrições dos áudios são liberadas.  Com isso, deficientes auditivos não dependerão mais de pessoas para transcrever os vídeos e áudios, e pessoas insatisfeitas com o formato de podcasts pararão de torrar a paciência da Garota sem fio.

Setembro de 2010 – CEO do Google fala em entrevista que o lançamento da ferramenta de transcrição via web foi um grande passo para a utilização em 100% de um computador nas nuvens. Fugita sai nas ruas com uma placa escrito “Eu já sabia!!”.

(créditos: Original da Foto do Fugita por Fore)

Novembro de 2010 – Primeiro caso de Google Bomb usando áudio acontece na internet.

Junho de 2018 – Google anuncia no aniversário de 10 anos do programa de transcrição que, enfim, conseguiu que o Translator acerte 70% das traduções! Com isso, as transcrições poderão ser feitas em  todas as línguas. Traduções e legendas simultâneas de áudio e vídeo acontecerão imediatamente, independentemente da presença de um intérprete.

Julho de 2018 – Primeiro caso de Buffer Overflow nos servidores de transcrição do Google ao tentar processar os 2 Terabytes do Podcast Código Livre edição 217!

Agosto de 2018 – Yahoo decreta falência no mercado de sistema de busca e, finalmente, a Microsoft consegue a fusão.

Dezembro de 2018 – Google desiste do projeto de transcrição de áudios e vídeos brasileiros, alegando que a moda de podcasts e vídeos miguxos da internet 5.0 trouxe uma infinidade de termos impossíveis de transcrever.

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Perguntas de uma entrevista para trabalho no Google

Trabalhar no Google é quase uma Vocação, já que para entrar na empresa, o candidato precisa passar por uma bateria de entrevistas e provar que é uma pessoa que se encaixa na “Filosofia Google de levar a vida”. As perguntas abaixo foram divulgadas originalmente no blog tihomir.org há mais de um ano, mas vale a pena a sua tradução e divulgação, já que colhi informações com funcionários do Google e pessoas que fizeram entrevista, que confirmaram a utilização de perguntas semelhantes a estas nas várias entrevistas  que um candidato faz para o processo de seleção da empresa.

Se você é bom no que faz e tem respostas lógicas e criativas para a maioria destas perguntas, considere-se um forte candidato a entrar “na melhor empresa do Mundo para se trabalhar”. Eis as perguntas mais interessantes:

  1. Quantas bolas de Golfe cabem dentro de um Ônibus escolar?
  2. Você está encolhido à altura de uma moeda e sua massa é proporcionalmente reduzido de modo a manter a sua densidade original. Você é então jogado em um copo de liquidificador. As lâminas começarão a se movimentar em 60 segundos. O que fazer então?
  3. Quanto você cobraria para lavar todas as janelas em Seattle?
  4. Explique o que é uma “Base de Dados” em três sentenças como se fosse para seu sobrinho de 8 anos.
  5. Quantas vezes por dia os ponteiros do relógio se sobrepõe?
  6. Você tem que chegar do ponto A ao ponto B. Você não sabe como chegar. O que você faz?
  7. Imagine que você tem um armário cheio de camisas. É muito difícil encontrar uma camiseta nele. Então, o que você pode fazer para organizar a suas camisas para encontrá-las facilmente?
  8. Num país em que as pessoas só querem meninos, cada família continua a ter filhos até que tenham um menino. se tiverem uma menina, eles têm uma outra criança. se eles têm um menino, eles param. qual é a proporção de meninos para meninas no país?
  9. Se a probabilidade de observar um carro em uma rodovia em 30 minutos é 0,95, qual é a probabilidade de observar um carro em 10 minutos (assumindo padrão constante probabilidade)?
  10. Se você olhar para o relógio às 3:15, qual é o ângulo entre os ponteiros das horas e dos minutos?
  11. Você tem oito bolas todas do mesmo tamanho. 7 com o mesmo peso e um deles pesa um pouco mais. Como você pode descobrir qual a bola mais pesada, usando uma balança e apenas duas pesagens?
  12. Veja mais no tihomir.org

Sugestão enviada pelo Rafael Slonik, que deve estar pensando seriamente em como ir trabalhar lá!

Ficou interessado? Quer trabalhar no Google Brasil? Veja as vagas disponíveis no Google Jobs.

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Google Brasil ganhará novo Presidente e controle sobre o Orkut

Para acabar de vez com as “dores de cabeça” (ou passá-las para o Brasil, fonte de todos os problemas com o serviço) o Google resolveu transferir todo o controle do Orkut para o Brasil.

De acordo com a companhia, o gerenciamento do produto será feito pelo escritório do Google em Belo Horizonte. “A transferência de controle do Orkut vem de um planejamento de longo prazo, devido à importância do País no site. Mais de metade dos usuários do Orkut residem no Brasil” – afirmou a assessoria de imprensa do Google Brasil. Embora o controle passe a ser brasileiro, o desenvolvimento ainda será gerenciado pelos indianos.

Além da transferência do Orkut para o Brasil, outra notícia agitou a empresa durante a última semana: foi a promoção de Alexandre Hohagen, então Presidente do Google Brasil, para o cargo de Diretor Executivo para toda a América Latina. Hohagen continuará à frente do Google Brasil, e o escritório de São Paulo comandará as operações da região, incluindo os maiores mercados, como Argentina e México.

A notícia confirma o foco do Google no crescimento da América latina e coloca o Brasil como ponto estratégico para todas as ações da empresa no mercado latino-americano.

Informações não oficiais dão conta de que o sucessor de Hohagen no cargo de presidente do Google Brasil já foi escolhido, porém o anúncio será feito apenas na próxima semana

Fonte: Estadão e Info On-line

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Tradutor do Google no iPhone

O Tradutor do Google, muito utilizado na Web para traduções rápidas, ganhou uma versão exclusiva para o iPhone. Para acessar o tradutor simplesmente digite translate.google.com no navegador do seu aparelho.

O Serviço possui todos os idiomas presentes na versão normal do tradutor, uma vez que se utiliza da AJAX Language API.

Fonte: Google Mobile Blog

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Mais Olimpíadas no Google

O Google ganhou integração entre as buscas e modalidades esportivas praticadas nas Olimpíadas. Assim, ao buscar por nomes de modalidades, seguidas do tempo “olympics”, o Google retorna dias e horários em que as modalidades serão praticadas. Os resultados estão interligados com o site oficial das Olimpíadas de Pequim.

O Recurso, aparentemente, só funciona na versão em inglês do buscador. Veja um exemplo: Swimming Olympics.

Vale lembrar que aqui no Brasil, poderemos acompanhar vídeos dos atletas no Youtube e utilizar um tema produzido especialmente para as Olimpíadas no iGoogle.

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Google poderá oferecer Capital de Risco

Depois de investir na compra de dezenas de start-up’s, parece que o Google está interessado em seguir os passos de Intel, Motorola e Disney e oferecer capital de risco para que novas start-up’s cresçam e superem dificuldades de investimento para suas idéias inovadoras.

Pessoas ligadas à empresa dizem que é grande a chance da gigante das buscas começar a investir em start-up’s, liberando capital de risco. A equipe seria liderada por David Drummond, Vice-presidente sênior e chief legal officer no Google, com a ajuda de William Maris, um ex-empresário que trabalhou como investidor de capital de risco. Informações dão conta de que a idéia ainda está em fase embrionária, mas que há a possibilidade de se tornar uma realidade em breve.

Com a grande quantidade de capital de risco disponível nos Estados Unidos, certamente a “vantagem matadora” oferecida pela empresa será a aquisição, caso o negócio seja um sucesso.

O Google já investe hoje em vários projetos, muitos deles voltados ao Meio ambiente, gerenciados pela fundação Google.org, que já investiu aproximadamente 85 milhões de dólares em energia solar, veículos elétricos e até empresas de genética.

A medida poderia ser um agradecimento, já que o Google tornou-se uma das maiores empresas do mundo graças a um investimento, no valor de $100,000 dólares, fornecido por Andy Bechtolsheim, um dos fundadores da Sun em 1998.

Fonte:The Wall Street Journal e The New York Times

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Google investe em carro elétrico

Google.org é uma fundação do Google destinada, entre outras coisas, a incentivar o uso de energia alternativa, como a energia solar e o Álcool brasileiro. Recentemente a fundação anunciou um investimento em duas empresas, Aptera Motors e ActaCell, responsáveis pelo desenvolvimento de carros elétricos.

O primeiro investimento – de $2.75 milhões – em carros elétricos, fazem parte do projeto “RechargeIT“, que terá objetivo de criar uma frota de milhões de carros “plugáveis na tomada”. As empresas que receberem o investimento foram:

  • Aptera Motors de Carlsbad, California, que está construindo um carro ultra-eficiente, baseado em melhorias aerodinâmicas e materiais ultra-eficientes. O primeiro protótipo da Aptera chegou a mais de 100km/litro nos testes, mas eles também estão desenvolvendo um carro totalmente elétrico, como também um carro híbrido, baseado no mesmo design.
  • ActaCell localizada em Austin, no Texas, a empresa trabalha para comercializar novas baterias de  lithium-ion desenvolvidas na Universidade do Texas. A Tecnologia da ActaCell aumenta a vida das baterias e diminui custos, além de adaptá-las para uso em veículos.

O Protótipo da Aptera se chama Aptera Typ-1 e já pode ser reservado por cidadãos da California, poderá ser adquirido a partir de 2009 por aproximadamente 27.000 dólares e terá uma autonomia de 190km com uma carga completa. Veja mais informações sobre o veículo e o formulário de inscrição no site da Aptera.

Veja um protótipo do Aptera Typ-1 no vídeo abaixo:

Fonte: Blog Oficial do Google.org

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Cuil: Mais um tentando superar o Google

A Wikipedia já fez barulho, a Microsoft já prometeu várias vezes e agora é a vez de ex-funcionários  do Google prometerem derrubar o maior buscador do Mundo.

O Cuil (pronunciado como a palavra inglesa cool), segundo seus criadores, terá a missão de superar o Google, utilizando técnicas que se baseiam em links e em padrões de tráfego de audiência, mas que também analisam o contexto de cada site e os conceitos relacionados a cada pesquisa do usuário.

“Nossos avanços na tecnologia de busca online nos permitiram indexar muito mais, colocando quase que todo o material da rede ao alcance dos internautas”, disse Tom Costello, co-fundador do Cuil e CEO, em comunicado.

Anna Patterson, programadora por trás do novo buscador já teve a tecnologia de um buscador seu adquirida pelo Google. Agora, fora da gigante das buscas, ela promete que o Cuil superará o Google não só no número de resultados indexados, mas também na forma de exibir o conteúdo encontrado nas buscas. Em vez de uma seqüência vertical de links, a página de resultados mostra alguns resumos dos sites encontrados pela busca. No desenvolvimento do sistema também estão o marido de Anna, Tom Costello, e outros dois ex-engenheiros do Google, Russell Power e Louis Monier.

Por enquanto, o Cuil busca conteúdo em 120 bilhões de páginas, a maioria em inglês. Conteúdos em outras línguas ainda não foram totalmente indexados e, mesmo quando encontrados, são jogados para as últimas páginas de resultado pelo buscador.

Os resultados são exibidos de uma forma muito estranha, o site ainda está muito instável e os resultados exibidos ainda não são bem filtrados. Bem, se for para inovar, ainda acredito mais no site teste do Google, o SearchMach.

Na dúvida, vou alí registrar o undercuil.com!

Fonte: G1

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1.000.000.000.000

Na semana que passou, o Google a WEB chegou a incrível marca de 1.000.000.000.000 (1 trilhão) de páginas, segundo o Google.

Isso mostra o poder de desenvolvimento de conteúdo gerado pelo ser humano, que com tão pouco tempo de internet conseguiu produzir um conteúdo absurdamente grandioso. Lógico que no número estão alguns urls duplicadas, páginas de conteúdo dinâmico e tantas outras variáveis, porém a marca de 1 trilhão mostra que nossa humanidade está realmente vivendo a era da informação e demonstra que nunca se conseguiu gerar e disponibilizar conteúdo em tão pouco tempo e com tanta facilidade. Só para você ter uma idéia de quanto conteúdo produzimos nos últimos anos, em 98 quando o Google começou oficialmente, a base de site na web possuía 26 milhões de páginas, em 2000 chegou a marca de 1 bilhão e agora, 8 anos depois chegou a incrível marca de 1 trilhão de páginas, muitas delas ainda não indexadas pelo buscador.

Chegar a esta número é um marco para a humanidade e um desafio para o Google, que teve seu nome derivado da expressão matemática Googol, que significa o número 1 seguido de 100 zeros, ou mais precisamente 10^100 ou ainda:

10.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000

Veja Mais: Blog Oficial do Google

Atualização: Obrigado ao leitor Fernando pela correção, já que foi a Web que chegou a marca de 1 trilhão de página produzidas e não o Google com 1 trilhão de páginas indexadas.

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